União das Sociedades Espíritas
Intermunicipal de Piracicaba

Pesquisa por Casas Espíritas Afiliadas

Página 2 - (EDITORIAL) O MOVIMENTO ESPÍRITA E OS DESAFIOS NA ATUALIDADE - Álvaro A.T.Vargas

Embora tenha evoluído de forma considerável nas últimas décadas, o Movimento Espírita se depara hoje com grandes desafios, inerentes a época em que estamos vivendo. As casas espíritas aprimoraram as suas estruturas, e o número sempre crescente de novos centros espíritas sendo fundados, revelam que esta doutrina consoladora está plenamente consolidada aqui no Brasil. 

 

Mas quanto aos dirigentes, responsáveis pela gestão dos centros e pela divulgação do Espiritismo: estarão também evoluindo no aspecto intelecto-moral na velocidade necessária para atender a população sempre carente que busca o amparo e a orientação espiritual, em levas sempre crescente de necessitados? A nossa sociedade vive uma era de grandes contrastes, com indivíduos de todos os níveis morais e intelectuais, comportando-se alguns, tanto de forma ética e caridosa, como outros vivendo justamente o oposto. 

 

E, nesta fase final da transição planetária (Planeta de Provas e Expiações para Regeneração), com a permissão de Jesus para a reencarnação de espíritos ainda endurecidos no mal (que estavam há séculos aguardando esta possibilidade), para aproveitarem as lições terrenas e evitarem o exílio para um planeta primitivo, infelizmente grande parte continua recalcitrando no mal e induzindo outros ao erro, trazendo como consequência um aumento de nossos desafios para seguir a Boa Nova de Jesus. 

 

Temos assim um tempo relativamente curto (algumas décadas) para modificarmos o nosso comportamento, se quisermos continuar reencarnado na Terra, com o agravante de estarmos convivendo com todas as aberrações morais, filosóficas, violência, etc. provocadas por estas almas recalcitrantes no mal. 

 

A decisão de Jesus em permitir a reencarnação destes Espíritos atrasados, está de acordo com a necessidade de sermos testados em nossa real predisposição para o bem, frente a convivência diária com estas almas refratárias ao amor. 

 

Compreendemos desta forma que existe urgência por parte dos dirigentes espíritas para se capacitarem melhor, de forma a estarem em condições de atender ao público em geral, e de forma adequada orientar que o Espiritismo é diferente de outras correntes filosófico-religiosas, não apresentando uma “salvação fácil”, onde apenas o rótulo exterior de “Espírita” já basta para se sentirem quites com as leis Divinas. 

 

A divulgação do Espiritismo dentro dos postulados de Alan Kardec, demonstra a necessidade premente da transformação moral, intransferível e inadiável do homem na época atual. Sabemos que o estudo incessante da Doutrina Espírita e a sua interiorização, são capazes de transformar moralmente todos os adeptos sinceros desta filosofia religiosa. 

 

Mas como orientar e motivar os simpatizantes do Espiritismo para esta necessidade, se não estivermos realmente preparados para fazê-lo? As casas espíritas devem eleger como modelo, em sua essência, a “Casa do Caminho” fundada por Pedro e colaboradores nos subúrbios de Jerusalém há 2.000 anos. 

 

O Espiritismo não traz uma nova moral. Apenas nos permite entender os fundamentos dos ensinamentos de Jesus, a luz da intelectualidade da nova era. De acordo com o saudoso Herculano Pires “Não basta compreender a Doutrina; é preciso, sobretudo, assimilá-la”. Portanto, este é no momento o maior desafio. 

 

Mesmo vivendo em uma época tão difícil (os tempos chegados), em um mundo onde transitoriamente predomina a maldade, temos de empreender todos os esforços necessários para superarmos as nossas limitações e pautar a nossa forma de pensar e agir conforme os ensinamentos cristãos.

Embora tenha evoluído de forma considerável nas últimas décadas, o Movimento Espírita se depara hoje com grandes desafios, inerentes a época em que estamos vivendo. As casas espíritas aprimoraram as suas estruturas, e o número sempre crescente de novos centros espíritas sendo fundados, revelam que esta doutrina consoladora está plenamente consolidada aqui no Brasil. Mas quanto aos dirigentes, responsáveis pela gestão dos centros e pela divulgação do Espiritismo: estarão também evoluindo no aspecto intelecto-moral na velocidade necessária para atender a população sempre carente que busca o amparo e a orientação espiritual, em levas sempre crescente de necessitados? A nossa sociedade vive uma era de grandes contrastes, com indivíduos de todos os níveis morais e intelectuais, comportando-se alguns, tanto de forma ética e caridosa, como outros vivendo justamente o oposto. E, nesta fase final da transição planetária (Planeta de Provas e Expiações para Regeneração), com a permissão de Jesus para a reencarnação de espíritos ainda endurecidos no mal (que estavam há séculos aguardando esta possibilidade), para aproveitarem as lições terrenas e evitarem o exílio para um planeta primitivo, infelizmente grande parte continua recalcitrando no mal e induzindo outros ao erro, trazendo como consequência um aumento de nossos desafios para seguir a Boa Nova de Jesus. Temos assim um tempo relativamente curto (algumas décadas) para modificarmos o nosso comportamento, se quisermos continuar reencarnado na Terra, com o agravante de estarmos convivendo com todas as aberrações morais, filosóficas, violência, etc. provocadas por estas almas recalcitrantes no mal. A decisão de Jesus em permitir a reencarnação destes Espíritos atrasados, está de acordo com a necessidade de sermos testados em nossa real predisposição para o bem, frente a convivência diária com estas almas refratárias ao amor. Compreendemos desta forma que existe urgência por parte dos dirigentes espíritas para se capacitarem melhor, de forma a estarem em condições de atender ao público em geral, e de forma adequada orientar que o Espiritismo é diferente de outras correntes filosófico-religiosas, não apresentando uma “salvação fácil”, onde apenas o rótulo exterior de “Espírita” já basta para se sentirem quites com as leis Divinas. A divulgação do Espiritismo dentro dos postulados de Alan Kardec, demonstra a necessidade premente da transformação moral, intransferível e inadiável do homem na época atual. Sabemos que o estudo incessante da Doutrina Espírita e a sua interiorização, são capazes de transformar moralmente todos os adeptos sinceros desta filosofia religiosa. Mas como orientar e motivar os simpatizantes do Espiritismo para esta necessidade, se não estivermos realmente preparados para fazê-lo? As casas espíritas devem eleger como modelo, em sua essência, a “Casa do Caminho” fundada por Pedro e colaboradores nos subúrbios de Jerusalém há 2.000 anos. O Espiritismo não traz uma nova moral. Apenas nos permite entender os fundamentos dos ensinamentos de Jesus, a luz da intelectualidade da nova era. De acordo com o saudoso Herculano Pires “Não basta compreender a Doutrina; é preciso, sobretudo, assimilá-la”. Portanto, este é no momento o maior desafio. Mesmo vivendo em uma época tão difícil (os tempos chegados), em um mundo onde transitoriamente predomina a maldade, temos de empreender todos os esforços necessários para superarmos as nossas limitações e pautar a nossa forma de pensar e agir conforme os ensinamentos cristãos.